domingo, 25 de outubro de 2009

Atividades: Completar as letras faltosas nas palavras
Bingo de vogais












































Atividades coordenação motora fina
































































Atividades folclore: ditados populares






































































atividades: meio ambiente






Dificuldades de Aprendizagem
A área da educação nem sempre é cercada somente por sucessos e aprovações. Muitas vezes, no decorrer do ensino, nos deparamos com problemas que deixam os alunos paralisados diante do processo de aprendizagem, assim são rotulados pela própria família, professores e colegas.

É importante que todos os envolvidos no processo educativo estejam atentos a essas dificuldades, observando se são momentâneas ou se persistem há algum tempo.

As dificuldades podem advir de fatores orgânicos ou mesmo emocionais e é importante que sejam descobertas a fim de auxiliar o desenvolvimento do processo educativo, percebendo se estão associadas à preguiça, cansaço, sono, tristeza, agitação, desordem, dentre outros, considerados fatores que também desmotivam o aprendizado.

A dificuldade mais conhecida e que vem tendo grande repercussão na atualidade é a dislexia, porém, é necessário estarmos atentos a outros sérios problemas: disgrafia, discalculia, dislalia, disortografia e o TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade).


O aluno com dificuldade de aprendizagem sente-se rejeitado pelos colegas

- Dislexia: é a dificuldade que aparece na leitura, impedindo o aluno de ser fluente, pois faz trocas ou omissões de letras, inverte sílabas, apresenta leitura lenta, dá pulos de linhas ao ler um texto, etc. Estudiosos afirmam que sua causa vem de fatores genéticos, mas nada foi comprovado pela medicina.

- Disgrafia: normalmente vem associada à dislexia, porque se o aluno faz trocas e inversões de letras conseqüentemente encontra dificuldade na escrita. Além disso, está associada a letras mal traçadas e ilegíveis, letras muito próximas e desorganização ao produzir um texto.

- Discalculia: é a dificuldade para cálculos e números, de um modo geral os portadores não identificam os sinais das quatro operações e não sabem usá-los, não entendem enunciados de problemas, não conseguem quantificar ou fazer comparações, não entendem seqüências lógicas e outros. Esse problema é um dos mais sérios, porém ainda pouco conhecido.

- Dislalia: é a dificuldade na emissão da fala, apresenta pronúncia inadequada das palavras, com trocas de fonemas e sons errados, tornando-as confusas. Manifesta-se mais em pessoas com problemas no palato, flacidez na língua ou lábio leporino.

- Disortografia: é a dificuldade na linguagem escrita e também pode aparecer como conseqüência da dislexia. Suas principais características são: troca de grafemas, desmotivação para escrever, aglutinação ou separação indevida das palavras, falta de percepção e compreensão dos sinais de pontuação e acentuação.

- TDAH: O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade é um problema de ordem neurológica, que trás consigo sinais evidentes de inquietude, desatenção, falta de concentração e impulsividade. Hoje em dia é muito comum vermos crianças e adolescentes sendo rotulados como DDA (Distúrbio de Déficit de Atenção), porque apresentam alguma agitação, nervosismo e inquietação, fatores que podem advir de causas emocionais. É importante que esse diagnóstico seja feito por um médico e outros profissionais capacitados.

Professores podem ser os mais importantes no processo de identificação e descoberta desses problemas, porém não possuem formação específica para fazer tais diagnósticos, que devem ser feitos por médicos, psicólogos e psicopedagogos. O papel do professor se restringe em observar o aluno e auxiliar o seu processo de aprendizagem, tornando as aulas mais motivadas e dinâmicas, não rotulando o aluno, mas dando-lhe a oportunidade de descobrir suas potencialidades.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
http://www.brasilescola.com/educacao/dificuldades-aprendizagem.htm

quarta-feira, 14 de outubro de 2009


O valor de ser educador
Ser transmissor de verdades,
De inverdades...
Ser cultivador de amor,
De amizades.
Ser convicto de acertos,
De erros.
Ser construtor de seres,
De vidas.
Ser edificador.
Movido por impulsos, por razão, por emoção.
De sentimentos profundos,
Que carrega no peito o orgulho de educar.
Que armazena o conhecer,
Que guarda no coração, o pesar
De valores essenciais
Para a felicidade dos “seus”.
Ser conquistador de almas.
Ser lutador,
Que enfrenta agruras,
Mas prossegue, vai adiante realizando sonhos,
Buscando se auto-realizar,
Atingir sua plenitude humana.
Possuidor de potencialidades.
Da fraqueza, sempre surge a força
Fazendo-o guerreiro.
Ser de incalculável sabedoria,
Pois “o valor da sabedoria é melhor que o de rubis”.
É...
Esse é o valor de ser educador.
( http://www.belasmensagens.com.br/professores/o-valor-de-ser-educador-565.html )

video

retirado do site "http://www.youtube.com/watch?v=CMDMOwOi40o"

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

terça-feira, 6 de outubro de 2009


No curso “Introdução à educação digital” ( aprendendo com as TICs), que estou frequentando, a cada dia que passa aumenta mais o meu interesse em aprender, apesar de ainda encontrar algumas dificuldades, acredito que os receios precisam ser encarados para conseguirmos novas conquistas.
Abaixo fiz o fichamento de dois textos que comentam sobre o uso da tecnologia na educação e a sua importância para a formação pessoal.

FICHAMENTO


Integração tecnológica, linguagem e representação
Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida(1)
Maria Elizabette Brisola Brito Prado(2)

Segundo as autoras, o uso de tecnologias como apoio ao ensino e à aprendizagem vem evoluindo vertiginosamente nos últimos anos, podendo trazer efetivas contribuições à educação, presencial ou à distância.
A presença de artefatos tecnológicos nos ambientes educativos amplia os interesses dos alunos e criam melhores condições de aprendizagem e do desenvolvimento humano. A integração entre tecnologias, linguagens e representações tem papel importante para formação de pessoas que atuam na sociedade, conscientes de seus compromissos para a transformação social, valorização humana e a expressão de criatividade.
De acordo com Prado e Almeida busca-se, assim, identificar as contribuições das tecnologias de acordo com suas propriedades intrínsecas, redimensionar as práticas e alargar o olhar para englobar diferentes sistemas de conhecimentos e de significados, maneiras diferentes de sentir, pensar, compreender, interpretar e representar o mundo, a vida e a si mesmo.

O papel do computador no processo ensino-aprendizagem
José Armando Valente
De acordo com o autor, existem dois aspectos que devem ser observados na implantação das sofisticações tecnológicas na educação. Primeiro, o domínio do técnico e do pedagógico não deve acontecer de modo estanque, um separado do outro. O segundo aspecto diz respeito à especificidade de cada tecnologia com relação às aplicações pedagógicas. O educador deve conhecer o que cada uma destas facilidades tecnológicas tem a oferecer e como pode ser explorada em diferentes situações educacionais.
As facilidades técnicas oferecidas pelos computadores possibilitam a exploração de um leque ilimitado de ações pedagógicas, permitindo uma ampla diversidade de atividades que professores e alunos podem realizar. Por outro lado, essa ampla gama de atividades pode ou não estar contribuindo para o processo de construção de conhecimento, por exemplo, no caso de busca e acesso à informação na internet, esta informação não deve ser utilizada sem antes ser criticada e discutida.
Uma vez o professor sentindo-se mais familiarizado com as questões técnicas, pode dedicar-se à exploração da informática em atividades pedagógicas mais sofisticadas. Ele poderá integrar conteúdos disciplinares, desenvolver projetos utilizando os recursos das tecnologias digitais e saber desafiar os alunos para que, a partir do projeto que cada um desenvolve, seja possível atingir os objetivos pedagógicos que ele determinou em seu planejamento (Valente, 2002b).
A aplicação da informação exige a interpretação e o processamento da mesma, o que implica a atribuição de significados de modo que a informação passe a ter sentido para aquele aprendiz. O fato de o computador poder executar a seqüência de comandos que foi fornecida significa que ele está fazendo mais do que servir para representar idéias (Valente, 1993; Valente, 1999a).
O ciclo que se estabelece na interação aprendiz-computador pode ser mais efetivo se mediado por um agente de aprendizagem ou professor que saiba o significado do processo de aprender por intermédio da construção de conhecimento. O conhecimento é o que cada indivíduo constrói como produto do processamento, da interpretação, da compreensão da informação.

Além disso, o aprendiz está inserido em ambiente social e cultural constituído, mais localmente, por colegas, professores, pais, ou seja, pela comunidade em que vive. Ele pode extrair os elementos sociais e culturais como fontes de idéias e de informação, bem como identificar problemas para serem resolvidos, via computador. Porém, como foi dito anteriormente, somente ter a informação não significa que o aprendiz compreende o que obteve..
Na abordagem do “estar junto virtual”, a interação entre aprendizes – membros de grupo – pode acontecer por meio de fóruns de discussão, chats, murais e portfólios de modo que a comunicação via internet possibilite a realização do ciclo de ações descrição-execução-reflexão-depuração-descrição (Valente, 1999a) via rede
Essa breve análise sobre as questões técnicas e pedagógicas da informática na educação mostra que os grandes desafios dessa área estão na combinação do técnico com o pedagógico e, essencialmente, na formação do professor para que ele saiba orientar e desafiar o aluno para que a atividade computacional contribua para a aquisição de novos conhecimentos.
. Finalmente, deve criar condições para que o professor saiba recontextualizar o aprendizado e a experiência vivida durante a sua formação para a sua realidade de sala de aula, compatibilizando as necessidades de seus alunos e os objetivos pedagógicos que se dispõe a atingir (Prado e Valente, 2002).
Bibliografia
http:/www.ce.ufpe.br/brasil.alfabetizado/docs/trabalho_projetos2.ppt

Projeto “Contos de assombração”
Buscar o interesse do aluno pela leitura, escrita e buscar informação e comunicação, utilizando diversos recursos tecnológicos é essencial para estar inserido na sociedade.
Conclusão do projeto pesquisado na internet :
http:/www.ce.ufpe.br/brasil.alfabetizado/docs/trabalho_projetos2.ppt
Os alunos aprenderam a tomar decisões e desenvolver trabalhos em grupo ,
É possível desenvolver no aluno a criatividade, saindo do convencional “giz e lousa” e utilizando outros recursos tecnológicos disponíveis na escola.
Foi observado o envolvimento e o entusiasmo dos alunos na realização das atividades propostas,
Os alunos resgataram o interesse pela leitura e pela escrita,
Trabalho com a comunidade
Como culminância do projeto elaborou um livro-coletânea com os contos elaborados pelos alunos para a exposição.
- A professora buscou a participação dos pais, através de leitura em casa dos contos pelos filhos e a observação da exposição dos trabalhos feitos na escola;

Trabalhando com projetos
Após algumas pesquisas na Internet encontrei o projeto da Professora Marília Coutinho, que vendo a necessidade de incentivar os alunos na escrita e na leitura trabalhou com “Contos de Assombração”.
Fazendo uma reflexão do trabalho desenvolvido pela professora pude perceber através de seu relato que ela conseguiu resgatar o interesse de seus alunos. Como educadora percebo a importância de se trabalhar com projetos quando se tem a necessidade de trabalhar certos objetivos que não foram alcançados de forma regular.
Os projetos devem ser bem avaliados por nós, para que tenham seus fins bem definidos e não percam o foco principal: “o aluno e o seu aprendizado”.

Projeto: Contos de Assombração
Professora: Marilía Coutinho
Alunos: 3ª série
Duração: 4 meses
Justificativa: Desenvolver o conhecimento ajustado de si mesmo, o sentimento de confiança em suas capacidades cognitivas e de inter-relações. Os contos de assombração resgatará nos alunos o interesse pela leitura, escrita e o uso da criatividade, pois ao mesmo tempo que causará surpresa, despertará a curiosidade em conhecer outras leituras,músicas, etc...

Objetivos: Incentivar a leitura, ler e produzir os contos de assombração para elaboração de um livro coletânea com contos elaborados pelos próprios alunos.

Conteúdos envolvidos: linguagem oral e escrita, leitura e produção de contos, resenhas e convites, revisão textual, trabalho cooperativo e respeito as decisões do grupo.

Recursos: livros de literatura ( contos de assombração e de fadas), papel ofício, cds com contos, rádio, lápis de cor, caderno dos alunos, televisão, dvd, cds de contos, xérox.

Proposta: produzir um livro com contos de assombração
Etapas: conversa inicial, leitura e audição de contos de assombração originários de países diferentes e contos para que os alunos percebessem possíveis semelhanças e diferenças entre esses dois gêneros literários; produção semanal ( individual e coletiva) de um novo conto de assombração. Nas últimas 4 semanas que antecedeu a feira de conhecimentos foi iniciado o trabalho de escolha de contos que foram incluídos no livro, como também atividades mais sistemáticas de revisão textual e produção da ilustração para o livro. Escrita coletiva de uma resenha para ser apresentada na 4ª capa do livro. Elaboração de convites dirigidos às pessoas da comunidade escolar e familiares informando sobre o lançamento do livro e por último foi tirado xérox para a reprodução de um livro para cada aluno.

Atitudes dos alunos:
No início não gostavam de produzir textos estavam desmotivados, com o início do projeto tornou-se uma rotina semanal de leitura de livros e despertou o interesse pelo assunto por contos de assombração aumentando a participação dos alunos no processo de aprendizagem. Foi realizado um roteiro para a produção escrita ( o que uma boa história de assombração deveria ter), despertando a criatividade de cada um. A proposta de troca de cadernos entre as crianças e leitura em casa também os motivou, a leitura de resenhas e produção de uma em conjunto despertou o trabalho em grupo.

Análise sobre os dados pesquisados:
A professora percebeu o desinteresse dos alunos pela escrita e leitura e buscou um projeto que resgatasse o interesse novamente, propondo um assunto que chama a atenção das crianças e ao mesmo tempo faz com que pesquisem, compartilhem e criem suas próprias histórias. Utilizem novos recursos como audição de histórias em cd, pesquisem em livros diferentes e façam uso de recursos diversos para conhecer outras.

Bibliografia
http:/www.ce.ufpe.br/brasil.alfabetizado/docs/trabalho_projetos2.ppt









PROPOSTA DE ATIVIDADES COM O USO DA TECNOLOGIA, DA INTERNET COM HIPERTEXTOS

1. Acreditamos que um dos trabalhos a serem desenvolvidos com os alunos, num primeiro momento, até mesmo para possibilitar seu maior desempenho com este recurso é oferecer uma atividade de navegação por sites relacionados a uma lista variada por assuntos diversos, pré – selecionados pelo professor, em que poderá acessar por links, conforme seu interesse.
Nestas sugestões de temas, uma pequena introdução será oferecida para que o aluno tenha condições de escolhas.

• Literatura infantil e contação de histórias no
http://www.youtube.com/watch?v=FKV7v9taY34 com vídeos de pequena duração.

• Veja fotos do mundo engraçado de animais pequenos, muito interessante
http://www.iplay.com.br/Imagens/Divertidas/?Grupo

• Você é bom de respostas? Então tente responder as Adivinhas, não vale expiar as respostas.
http://www.divertudo.com.br/adivinhas.htm

• Leitura compartilhada

Para a leitura prazerosa necessita de recursos construtivos para o leitor iniciante, pois o gosto pela qual se pode viajar de maneira até mesmo imaginária em lugares diversificados. Entretanto os clássicos literários é uma aventura desafiadora de obstáculos visando circuito de conhecimentos. Vamos sonhar, e deixar levar-se pela fantasia.
Era uma vez uma linda menina que foi para o país de
sombras. Que seriam essas sombras? Como descobri-las?
Seu amiguinho, Joãozinho, amigo para toda hora, seja na dificuldade ou na facilidade, não deixou por menos em ajudá-la e a desvendar as graciosas sombras. Bom é contar com amigo.
Certo dia viu o quanto é divertido caçar.Será que a caçadora conseguiu? Espero que sim, pois nada é tão difícil que não podemos resolver. Contando com seu grande amigo que com certeza ajudou a
caçar.
Ao entardecer escutou de longe sua mãe que a chamava para assim tomar banho e jantar para finalizar suas aventuras diárias, despedindo de seu amigo. Que bom compartilhar as aventuras, até mais.

2. Posteriormente, podemos desenvolver atividades que o ajudem a tomar atitudes autônomas, onde o aluno utilizará o seu conhecimento para solucionar problemas e/ou situações apresentadas. Abaixo, segue exemplo de algumas atividades relacionadas a conhecimentos diversos:

• Vamos testar nosso conhecimento
matemático?

• Você sabe como podemos ajudar o meio ambiente? Veja:
Educação Infantil a Ensino Fundamental

3. Com este tipo de atividade, o aluno poderá interagir com a pesquisa, com a diversidade e com suas escolhas, fazendo uma leitura, dentre os assuntos oferecidos inicialmente, do que acha mais interessante pra ele naquele momento.

EMEF “PROF. FERNANDO SÉRGIO DE CAMPOS MACHADO”

INTEGRANTES DO GRUPO :

CARLOS EDUARDO LIMA; CLEONICE MARIA DOS SANTOS PINTO;
DAYSE BENEDITA FRANÇA; MARCOS DE FREITAS; MARIA JOSÉ DE MELO; MARIANA RODRIGUES SIMONI; NÁDIA CRISTINA DOS SANTOS MENDES.



"O uso dos recursos tecnológicos na prática pedagógica”
Estamos cada vez mais rodeados de materiais que remetem a tecnologia nas nossas escolas e que também são utilizados na nossa prática pedagógica como auxiliadores da aprendizagem do aluno e aprimoramento profissional. O que retrata a realidade de muitas escolas, que possuem bibliotecas, televisão, dvds, sala de informática, entre outros recursos tecnológicos que estão sendo incorporados de forma positiva no trabalho do professor. Como acontece com qualquer outro artefato produzido pelo homem ( lápis, livros, televisão, dvd,computadores,etc.) é preciso ter um mediador para operar uma situação de aprendizagem, reconhecendo e aproveitando as vivências dos alunos com as tecnologias que estão além do espaço escolar no sentido de construir e desenvolver eficientes práticas pedagógicas. Trabalhando de forma consciente e propostas adequadas para atender a demanda escolar, fazendo uso dos recursos de modo que venham a desenvolver e acrescentar o interesse intelectual e pessoal do aluno.




A tecnologia em nossa vida

Fazendo uma reflexão sobre o que a tecnologia
nos traz de novo, se será necessário mudar a prática pedagógica em função dela e quais as contribuições podem trazer para o aluno e para o professor, cheguei a conclusão que nos dias atuais, fica difícil imaginarmos a nossa vida sem o uso da tecnologia, através dela conseguimos grandes conquistas na sociedade, tanto na área educacional, social e industrial. É através da tecnologia que conseguimos subsídios para ampliar nossos conhecimentos, ampliar a comunicação independente da distância, fornece meios para pesquisas, para novas descobertas e fornece outras possibilidades que seriam inviáveis ou demorariam mais sem o seu uso.
Nós educadores, devemos estar atentos às novas exigências da realidade e estar envolvidos dentro desse contexto. Não acredito que seja necessária uma mudança tão radical na prática pedagógica, devemos sim, caminharmos juntos com ela. É preciso que o profissional busque sempre capacitações e esteja se adequando e analisando o que é viável para a sua prática afim de atender o seu papel na sociedade que é de formar cidadãos.
Frente às transformações tecnológicas em nosso cotidiano, a educação não deve permanecer imutável, deve estar preparada às transformações e ter uma visão mais ampla dos desafios que poderá enfrentar. A realidade é que, podemos usufruir da tecnologia para novas conquistas em favor do aprendizado do nosso aluno e do nosso próprio aprendizado.
Partindo das tendências constatadas na utilização da tecnologia pelos nossos alunos, fora do ambiente escolar é preciso dispor de propósitos que visem o seu aprendizado dentro do contexto educacional, possibilitando o enriquecimento do conteúdo, desenvolvendo o trabalho em grupo ou individual e que possa ser utilizado também fora dele.
É preciso estabelecer critérios na sala de aula, para que a tecnologia venha a contribuir no desenvolvimento do conteúdo e não apenas funcione como um entretenimento sem objetivos.
Para o professor a tecnologia, oferece novos caminhos de pesquisa e diversas formas para aplicá-la na sala de aula. Trabalhando com a informação de forma inteligente para a sua prática, o profissional tem de aprender a utilizá-la visando o seu desenvolvimento profissional e pessoal.
Deus lhe deu um presente......